terça-feira, 28 de outubro de 2008

Maratona de terça

Ufa! Acabei de chegar em casa de uma mega matarona de trabalho: acordei às 8h, saí de casa às 8h20; cheguei às 12h, almocei, trabalhei em casa e saí, novamente, às 14h15; e só cheguei agorinha, às 20h.

Ufa! Ufa! Ufa!

Agora, ler um pouco, ver TV e descansar, porque amanhã tem mais

;*

Terça quente

Além de estar quente de doer (temperatura), hoje meu dia está cheio, cheiíssimo!

Então, dêem uma olhadinha no fotolog e no Orkut. Deixem recadinhos aqui que quando eu chegar, mais à noite, respondo a todos. Prometo.


Beijo.
Fui.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Dia de fazer nada (ou tudo)

Olá, olá, blogueiros, visitantes e aspirantes a qualquer coisa...

Hoje o dia, como sempre tem sido, foi corrido. Como é Dia do Servidor, hoje tive minha tarde livre (eu tenho dois empregos: um no jornal, e outro, assessorando um deputado -- por conta deste segundo, sou servidor público). Livre? Que nada... Arranjei (ou seria "arranjaram?") algumas coisas pra fazer, fui malhar (não ia havia três mesas!! ;O) e trabalhei um tikim agora à noite. Acabei; vou deitar e ver TV... É o que tem pra hoje, né?

hehehe

E vocês, como andam? Estudo? Provas? Trabalho?

Beijo, beijo ;*

Eu fui!!

sábado, 25 de outubro de 2008

Hello!

Bommmm dia, visitantes deste espaço totalmente (des)atualizado!

Estou de volta. Acho que, desta vez, para ficar. Que tal uma visitinha aqui sempe, han?!

Bem, minhas semanas andam muito corridas -- e elas, por si só, também têm corrido muito, não acham? Novos rumos, novas propostas de trabalho -- graças a Deus! --, novos amores, tudo novo... Só eu que continuo a mesma carcaça de sempre.. hahaha

Bem, é isso. Não deixem de visitar o fotolog e deixem recadinhos no Orkut. Vou adorar. (P.S.: basta clicar nos links aí).

Beijos *;


Abaixo, uma foto que tirei esta semana. Quem visita o fotolog já viu...


domingo, 29 de junho de 2008

As coisas simples da vida

Por Fernando Carreiro

Gosto das coisas simples da vida. De acordar bem cedo, olhar pro tempo, nublado, e imaginar como seria legal o dia, vendo desenho, dando boas risadas; ouvindo música enquanto vejo o tempo passar, os pássaros voarem, o dia terminar, a noite chegar.

De quão seria legal poder sair ao anoitecer, sentar no banco da praça – qualquer uma, qualquer um – tirar foto com os amigos, bater papo, passear na feirinha, comer pastel de vento e sentir o vento bater nas costas levemente aquecidas por um moletom vermelho com capuz.

Gosto da simplicidade do mar, que, banhado pelo sol nascente, tem alma dourada no início da manhã; azul, no meio do dia; e negro, ao fim dele. Como gosto de ver as pessoas passando, apressadas, afobadas por chegar a algum lugar. E como gosto, também, de ver, no banco da praça, a primeira idade: uma criança que brinca despreocupada, sadia, feliz, contente, animada; e a terceira idade: trocando um dedo de prosa e dando de comer aos pombos, que namoricam, vão dali acolá, com seu doce arrulhar.

Como é bom curtir a simplicidade das coisas...

O biscoito água e sal, e o café: açúcar ou adoçante? Os muitos jornais, as notícias, boas e ruins, quando o que vale mesmo é ler. Literatura: policial ou clássica? Ficção ou não-ficção? Música: a voz vibrante de Elis e a potente de Boccelli; a sinfonia calma e cadente das Quatro Estações de Vivaldi.

Como é bom aproveitar a simplicidade das coisas...

Tirar um dia para tomar banho de piscina, espirrar água para cima; jogar futebol, mesmo sem saber quais são os passes corretos e as regras; fazer montinho de barro, caricaturas e, depois de prontos, desmanchar tudo com um pontapé. Brincar com o cachorro, jogando a bola de papel para o alto, fazendo olé com o tapete que ele tanto gosta, dando risada de suas trapalhadas.

Como é bom sentir a simplicidade das coisas...

O canto do pássaro na janela; a gota de água que começa a cair e que vai aumentando, aumentando até se tornar uma intensa e corrente chuva; o Sol, que já nasce alegre, irradiante, forte, amarelo, laranja, todas as cores; e o pôr desse astro, que vai embora tímido, dando adeus, mas não menos radiante, sem perder a majestade. E chega a mãe Lua, que ilumina artificialmente a Terra, sem que percebamos que o brilho não a pertence. Mas a elegância perpetua, porque ela é sublime, é criação do Todo-Poderoso.

Como é bom observar, olhar de novo, rever – com toda a redundância que couber aqui; sentir e curtir as coisas simples da vida. Na maior parte das vezes, elas passam despercebidas aos nossos olhos. Mas se não fossem as coisas simples da vida, certamente as mais complexas seriam totalmente desprezíveis e dispensáveis. Afinal, é na simplicidade que encontramos a verdadeira razão de viver para enfrentar o que de mais complicado existe além das coisas simples da vida.


P.S.: A imagem que compõe o texto é de um amigo meu com quem não falo há muito tempo, o Gui.

domingo, 22 de junho de 2008

Elas constituem uma família e têm filhos

Eu fiz a matéria que segue para o jornal para o qual eu trabalho. O pessoal que visita o fotolog pediu pra postar, e tô colocando aqui para quem quiser ler.

P.S.: O título é original da matéria que ainda será publicada.

Beijos ;*



Elas se conheceram há 11 anos. Ambas eram casadas e tinham suas famílias e filhos. Mas um sentimento diferente tomou conta das duas, que resolveram deixar suas famílias tradicionalmente heterossexuais e se dedicarem à construção de uma nova história.

Maria Aparecida de Jesus, 44, e Neidemar Souza Leite, 42, ambas comerciantes, vivem juntas sob o mesmo teto há 10 anos. Maria teve um filho, hoje com 25 anos, mas já vivia, antes de conhecer Neidemar, com uma outra mulher. Neide tem três filhos: uma jovem, de 23 anos, e dois rapazes, de 19 e 14 anos de idade. Era casada com um homem até conhecer Maria.

“A gente se conheceu e rolou um clima muito grande. Eu deixei minha companheira pela Neide, e falei a ela sobre o que eu sentia. Como não dava para continuar naquela situação, resolvemos deixar nossas famílias, namorar e, depois de um ano, morarmos juntas”, conta Maria, que à época em que se conheceram era motorista de caminhão, e Neide, dona-de-casa.

Ao decidirem por ter uma vida juntas, as duas, no entanto, não abriram mão de ter seus filhos morando junto com elas. “Quando tomamos a decisão de morarmos juntas, comunicamos aos nossos filhos – que à época tinham idades que variavam de 4 (o mais novo) a 15 (o mais velho) anos. No início houve uma pequena resistência, mas hoje nossa relação é extraordinária”, revela Neide.

A história de Neidemar e Maria não é uma exceção. No próximo sábado, 28, é comemorado o Dia Nacional do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Transgêneros) e segundo estudos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, hoje, existem 17,5 mil casais homossexuais. E mais: 10% da população brasileira são homossexuais.

Infância difícil

Maria saiu de casa muito nova, aos 12 anos de idade. A mãe, dona Aparecida de Jesus Silva, hoje com 79 anos, resolveu se casar novamente, após perder o marido, com um senhor em São Paulo (SP), onde moravam. Maria não aprovava essa união e questionou a mãe, que se mostrou irredutível quanto à decisão. “A solução foi sair de casa e vagar pelo mundo. Passei muita dificuldade, muita tristeza, chorei muito e aprendi bastante com tudo isso”, conta Maria, com os olhos cheios de lágrimas.

Maria veio parar em Colatina, onde construiu sua nova vida. Há cerca de quatro meses, ficou sabendo que a mãe – que já era viúva e morava com os sobrinhos em São Paulo – havia sido deixada num asilo. Desesperada, Maria fez contato com um primo que mora na capital paulista, que trouxe sua mãe de volta. “Mãe é mãe e não importa o que aconteceu no passado: só sei que a quero perto de mim”, diz. Hoje, dona Aparecida também mora na mesma casa, junto com Neide (nora que adora e por quem é muito bem tratada), Maria e os quatro netos – três “emprestados”.

A vida de casal

Assim que foram morar juntas, Maria e Neide pensaram numa forma de se sustentar, de começar do zero, afinal, tinham acabado de constituir uma nova família. Foi então que montaram o Trailler das Mangueiras, no bairro Honório Fraga, em Colatina, onde residem até hoje. O ambiente ficou famoso entre os jovens, principalmente por estar situado próximo a uma faculdade tradicional do bairro.

Em casa, as duas tomam conta de tudo e de todos. “Às vezes a gente discute por uma coisa ou outra. Mas qual relacionamento não tem problemas?”, considera Maria.

Preconceito

“Preconceito a gente já sofreu, sofre e vai sofrer, mas a gente tira de letra”, diz Neidemar. Certa vez, Maria recebeu o telefonema de um cara que, do outro lado da linha, perguntou em tom pejorativo: “É do trailler da sapatão?”; no que ela respondeu: “É, sim, e no que posso ajudá-lo?”. “A brincadeira de mau gosto parou por aí”, conta Maria. Segundo ela, a maior parte dos homossexuais sofre preconceito hoje por não exigir respeito. “Meus vizinhos, meus clientes, meus amigos, minha família, todos nos respeitam e nos tratam com dignidade porque nós nos damos o respeito. Se o homossexual não se impuser como uma pessoa normal, que não é diferente de ninguém e não exigir respeito, ele nunca será bem tratado e nunca terá suas atitudes valorizadas. Existe um ditado que é clichê, mas vale: ‘O seu limite termina aonde o do outro começa’. Na sociedade deve ser assim”, diz. Quando perguntadas se são felizes, as duas respondem em coro: “E você ainda tem dúvidas?”

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

A foto que o Fotolog censurou


CONTRA-VONTADE. Clicada no dia 30/01, a foto foi apagada


Havia eu postado uma foto há alguns dias -- mais precisamente no dia 30 de janeiro, uma quarta-feira. Completados todos os comentários possíveis, e mais um pouco, eis que eu chego em casa -- de um pulinho no bar que dei, hehehe -- e... cadê a foto? É, eu me fiz e refiz essa pergunta algumas vezes, por alguns segundos. Conversando com um amigo e outro, me disseram que fui -- adivinhem? -- censurado pelo Fotolog.com. Acharam a minha foto inapropriada e, simplesmente, a baniram do sistema.

A atitude me lembrou, e muito, a do antigo Pixlog.net -- até bem pouco tempo Pixlog.us --, cujo site nem sei se ainda existe -- alguém pode me ajudar dizendo se aquilo lá ainda anda movimentado? Respostas nos coments abaixo. A administração do Pixlog vetava tudo e qualquer foto que considerassem inapropriada. Até foto de biquíni e sungas de praia estavam deletando. resultado: o site de fotos não teve sua popularidade arrastada por muito tempo. Os "pixloggers" cansaram da censura.

O Fotolog tem suas manias, seus defeitos, seus perrengues -- e quando ele [o Fotolog] inventa de criar caso e não atualizar os favoritos, não postar as fotos ou não abrir o guestbook, é o pior!--, mas, sem dúvida, é um site de fotos -- o precursor, diga-se de passagem -- que veio, ficou e faz a alegria da galera que gosta de fotos.

Bem, pra quem não viu -- ou pra quem viu e quer rever --, está aí em cima a foto que foi banida do meu fotolog.

***

Esta é a minha primeira postagem. Obrigado pela visita. Quem comentar ganha um beijo :* Muááááhhhhh ;P